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Capa: Obedecer é melhor do que sacrificar
Última mensagemOração

quarta-feira, 07 de outubro de 2026

Obedecer é melhor do que sacrificar

1 Samuel 15:22

A partir de 1 Samuel 15:22, a mensagem mostra que Deus se agrada mais da obediência do que de sacrifícios. O rei Saul recebeu ordem de destruir completamente os amalequitas, mas guardou tesouros e o melhor do gado com a desculpa de oferecê-los a Deus. Ele obedeceu pela metade e perdeu o reino. Obediência bíblica não é só fazer: é confiar, submeter-se e agir mesmo sem entender tudo, como Jesus, que foi obediente até a morte de cruz. A obediência tem três marcas. Ela é imediata, como a de Noé, que construiu a arca sem discutir. É completa, ao contrário da de Saul. E nasce do amor, não do medo, porque quem ama a Cristo guarda a sua palavra. Deus cobra obediência porque vê o que nós não vemos e conhece o caminho. Por isso a obediência vem antes do milagre: as águas do Jordão se abriram quando os sacerdotes molharam os pés, a água virou vinho depois que as talhas foram cheias, e Pedro só pegou muitos peixes porque lançou a rede. Uma única desobediência, como a de Saul ou a de Eva, pode mudar uma história inteira. A mensagem também aponta as áreas em que Deus pede obediência hoje: praticar a Palavra e não só ouvi-la, respeitar as autoridades, perdoar, pedir perdão, ofertar, servir, buscar a reconciliação e obedecer quando ninguém está vendo. Deus não procura pessoas perfeitas, e sim obedientes. Ele prefere uma vida obediente a mil sacrifícios que tentam compensar a desobediência.

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Culto
domingo, 04 de outubro de 2026

Quando a fé vence a dúvida

João 20.24-29

A partir do encontro de Tomé com o Cristo ressuscitado (João 20:24-29), a mensagem trata dos momentos em que a fé é ferida: a oração parece não ter resposta, o caminho continua escuro e surge a pergunta: "Será que Deus realmente está aqui?". A Bíblia não esconde as crises dos homens de Deus. Tomé, um dos doze, viu sua esperança atingida pela realidade dolorosa da cruz, e Jesus foi ao seu encontro para restaurá-lo. Do texto saem cinco verdades. Primeira: uma fé ferida pode nos levar ao isolamento. Tomé não estava com os discípulos e perdeu a primeira manifestação do Ressuscitado. Por isso não devemos abandonar a comunhão (Hebreus 10:25) e, como igreja, devemos buscar quem está em crise, como os discípulos fizeram ao dizer "vimos o Senhor". Segunda: uma fé ferida pode nos levar a exigir de Deus o que Ele não prometeu, impondo condições para crer. Terceira: Jesus vai ao encontro de quem luta com a fé. Ele chega dizendo "paz seja convosco" e mostra que conhece até as palavras ditas longe dEle. Quarta: o encontro com Cristo transforma a dúvida em adoração, e Tomé confessa de forma pessoal: "Senhor meu e Deus meu". Quinta: a fé verdadeira não depende de ver. Ela está fundamentada na Palavra de Deus e na pessoa de Jesus (João 20:31). Duas ilustrações mostram o que é a fé. Na primeira, uma criança caminha de mãos dadas com o pai numa noite escura. Na segunda, um homem atravessa uma ponte no escuro porque confia em alguém que já fez a travessia. A conclusão é que fé não é saber tudo, mas confiar naquele que sabe tudo. Jesus não só conhece o caminho, Ele é o caminho. A mensagem termina com uma pergunta: continuarei confiando em Cristo mesmo quando meus olhos não puderem vê-lo? Também faz um convite para receber Jesus como Salvador pessoal.

EBD
domingo, 04 de outubro de 2026

Domingo o dia do Senhor · O concílio de Atos 15

Atos 15

Nesta aula da Escola Bíblica Dominical, o estudo retoma o Concílio de Jerusalém (Atos 15) para mostrar que o movimento de judaizar a igreja não é novidade: já no início houve quem quisesse exigir a circuncisão dos gentios. Os apóstolos decidiram não impor esse peso, e ficou claro que a aliança de Deus com os filhos de Abraão é uma coisa e a igreja é outra. Israel recebeu as alianças, a lei, o culto, as promessas e, segundo a carne, o Messias. Foi o povo que Deus preparou para guardar a Palavra e preparar o cenário do nascimento de Cristo. Mesmo assim, a descendência física de Abraão não garante a salvação de ninguém. Com base em Romanos 9 a 11, a aula ensina que, quanto à salvação, não há diferença entre judeu e gentio: os dois são salvos somente pela fé pessoal em Jesus Cristo. A expressão "todo Israel será salvo" não fala de uma salvação automática ou coletiva. Cada pessoa precisa crer por si mesma, porque Deus não tem sobrinhos nem netos, só filhos. A imagem da oliveira e do zambujeiro (a oliveira brava, que não dá fruto) lembra aos gentios que não devem se gloriar contra os ramos naturais: é a raiz que os sustenta. O fato de Israel continuar existindo é obra da graça de Deus, e o endurecimento de parte de Israel fez o evangelho se espalhar pelo mundo. A igreja não deve judaizar-se nem desprezar Israel. Deve amar o povo judeu, orar pela paz de Israel e evangelizá-lo. A aula também mostra que a adoração não fica mais presa a um lugar geográfico. Deus é espírito, e os crentes, como pedras vivas, são o templo onde o Espírito habita. O prédio da igreja merece respeito por ser uma ferramenta a serviço de Deus, mas a santidade da igreja vem da presença de Cristo, seu dono. Por meio de Cristo, judeu e gentio têm o mesmo acesso ao trono da graça. No final, explica-se a diferença entre os termos hebreus (tempo de Abraão), israelitas (descendentes de Jacó, chamado Israel) e judeus (descendentes do reino do sul, de Judá, depois da divisão e do exílio): é um mesmo povo, em períodos diferentes.

Oração
quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Casa de oração, casa de intercessores

Mateus 21:12-14

A partir da purificação do templo (Mateus 21:12-14) e do clamor de Deus em Ezequiel 22:30 por alguém que "estivesse na brecha", a mensagem lembra que a casa de Deus foi edificada com uma finalidade: ser casa de oração. O pregador usa a imagem de uma casa cuidadosamente planejada cujos cômodos passam a ser usados para outros fins: a estrutura continua de pé, mas o propósito se perdeu. Assim estava o templo em Jerusalém, cheio de movimento e comércio, mas desviado de seu propósito. Da mesma forma, uma igreja pode estar repleta de atividades, departamentos e programações e, ainda assim, ser pobre em oração. A mensagem apresenta seis verdades: uma casa de oração precisa de um povo que realmente ore; ela precisa ser uma casa de intercessores, que se colocam diante de Deus em favor de outros (1 Timóteo 2:1); ela aprende a carregar pessoas diante de Deus, como fizeram Abraão, Moisés, Samuel e Jó; nela os necessitados encontram Jesus, pois, assim que o templo foi restaurado, cegos e coxos foram até ele e foram curados; o intercessor não precisa ter todas as respostas, mas precisa saber a quem levar as necessidades; e a intercessão não acontece só nas crises, é uma vida de comunhão constante com Deus (1 Tessalonicenses 5:17). Por fim, a igreja é convidada a se perguntar não apenas "tenho orado?", mas "por quem tenho intercedido?". A intercessão é um ministério que não depende de idade, recursos ou diploma. Depende de um coração quebrantado e disposto a se colocar na brecha, levando ao trono de Deus os próprios problemas e os daqueles a quem se ama.

Culto
domingo, 27 de setembro de 2026

Quando o servo descansa, as obras continuam

Pr. Edgar Kühn Sandri Apocalipse 14:13

A partir de Apocalipse 14:13 ("bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor... e as suas obras os sigam"), a mensagem ensina que a voz de quem parte se cala, mas o testemunho continua falando. Com base em Efésios 2:8-10, o pregador lembra que a salvação é somente pela graça, por meio da fé em Cristo, e não pelas obras. Mas quem foi feito nova criatura em Cristo é chamado para as boas obras que Deus preparou de antemão. As obras feitas no Senhor são eternas, Deus não se esquece delas (Hebreus 6:10) e um dia elas serão recompensadas. Ao lembrar com carinho dos irmãos que já partiram e deixaram marcas de amor e serviço, a mensagem usa o exemplo de Abel, que "depois de morto, ainda fala" (Hebreus 11:4). O pregador conta a prova de seminário em que o professor fez uma única pergunta: o que você gostaria que escrevessem no seu epitáfio? Também dá exemplos de obras que muitas vezes ninguém vê, mas que Deus vê: o folheto entregue e jogado fora, a aula para crianças, a oração silenciosa, a oferta anônima. Tudo isso para mostrar que "o vosso trabalho não é vão no Senhor" (1 Coríntios 15:58), já que Cristo venceu a morte. A mensagem termina com um chamado: o crente não se aposenta da obra do Senhor enquanto Deus lhe der mãos, forças e tempo. Com a pergunta "quem continuará?" e o exemplo de Isaías ("eis-me aqui, envia-me a mim"), a igreja é convocada a sair da inércia, entregar a agenda a Deus e deixar um legado que aponte para Cristo. O convite também alcança quem ainda não recebeu Jesus como Salvador pessoal, porque só as obras feitas em Cristo permanecem para a eternidade.

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